Após ser contratado pelo Atlético sob um investimento considerado alto para empréstimo – cerca de R$ 2 milhões – o meia-atacante Valdívia já desarrumou as malas em São Paulo e conheceu o CT da Barra Funda, onde realizou exames médicos. E o jogador pode não ser o único a deixar o clube alvinegro nas próximas semanas. Valdívia tinha mais quatro meses de contrato com o Atlético – terminaria em 31 de maio. Mas, com fracas exibições, incluindo as duas que realizou no time reserva em 2018, o jogador foi liberado pelo Galo.

Assim, o alvinegro ganha um fôlego na folha salarial, uma vez que Valdívia recebia um salário em torno de R$ 250 mil. 

O meia-atacante Hyuri, mesmo sendo pupilo do treinador, foi oferecido por intermediários ao Coritiba. Mas as conversas não evoluíram.

O volante Roger Bernardo é outro “escanteado” como sexta opção no time, atrás de Arouca, Elias, Gustavo Blanco, Yago e Adilson. Com contrato até 2020, o jogador de 31 anos quer ficar no clube e brigar por espaço, segundo reafirmou o empresário do atleta, Décio Berman, ao HD.

Entretanto, o próprio atleta cogitou em entrevista coletiva voltar da Alemanha, se não receber oportunidades no Galo. Ele foi contratado em janeiro de 2017, mas só chegou seis meses depois, após terminar contrato com o Ingolstadt-ALE.
 
COMPROMISSO
Após o empate contra o Atlético(AC), o Galo irá encarar pela Copa do Brasil o Botafogo-PB daqui duas semanas, novamente em jogo único fora de casa, mas sem a vantagem do empate (que levará a disputa aos pênaltis).