Entregar a bola do jogo para o atleta que faz três gols numa mesma partida do Estadual foi a iniciativa criada em 2017 pela Federação Mineira (FMF), tendo os atacantes Vitinho, ex-América-TO, e Fred, que defendia o Atlético, como contemplados. Nesta temporada, porém – na qual o Mineiro pode ter o pior artilheiro de toda sua história –, nenhuma pelota ganhou novo lar até o momento.

A última oportunidade para que isso aconteça será neste domingo, quando Cruzeiro e Atlético se enfrentam, às 16h, para decidir quem dará a volta olímpica no Gigante da Pampulha. Contudo, marcar três gols numa final é tarefa mais do que complicada.

Para se ter uma ideia, em toda história do Módulo I, apenas os ex-cruzeirenses Revetria, em 1977, e Fábio Júnior, em 1998, conseguiram alcançar o famoso hat-trick na final. Curiosamente, nas duas oportunidades a Raposa derrotou o Galo por 3 a 2, também no Mineirão.
 
BOLA DA FINAL
Para valorizar ainda mais o duelo deste fim de semana e, principalmente, dar a devida importância à bola da decisão entre celestes e alvinegros, a FMF apresentou na tarde de ontem a pelota que rolará no palco da finalíssima.

Personalizada com os escudos dos times e trazendo detalhes em dourado que remetem ao brilho da taça, a “S11 Campo Pró”, da fornecedora Penalty, tem suas peculiaridades.

De acordo com a empresa, ela foi produzida com a técnica inspirada na bola de golfe e, em sua superfície, traz cavidades produzidas a partir de um laminado especial, que reduzem a resistência ao ar. Além disso, a S11 flutua menos e preserva a trajetória original do arremate. 
 
TRÊS ARTILHEIROS
Uma curiosidade sobre o Mineiro 2018 é que três atletas podem receber o troféu de artilheiro. Ricardo Oliveira (Atlético) e Aylon (América) já marcaram seis gols. Rafinha (Cruzeiro) tem um a menos e estará em campo no domingo.