Fagner Cardoso, de 27 anos, é músico, professor e ministro de Música da Primeira Igreja Batista (PIB). Nascido em Turmalina, no Vale do Jequitinhonha, mudou-se para Montes Claros há dez anos, e é aqui que ele irá unir-se a outros grandes cantores na próxima sexta-feira, 10, às 20h, para uma apresentação na PIB, na rua General Carneiro, 254, no Centro.
No repertório, música sacra antiga e barroca (Palestrina, Bach, Handel, Vivaldi), contemporânea (John Leavitt) e ainda um repertório de Negro Spirituals, com solos e coro. No palco, acompanharão Fagner artistas como Elizeth de Oliveira, Maria Odília Quadros, Mariane Ribeiro, Mel Callado, Christiane Franco, Vera Alencar, Rosane Souto e Roberto Mont’Sá, além do pianista Carmerindo Miranda. 
 
Quais foram os momentos marcantes de sua trajetória?
A vida de um músico é uma sequência de momentos marcantes. Para mim, os mais marcantes ainda são aqueles em que vejo o brilho nos olhos de quem escuta minha arte, seja cantando ou ensinando.
 
Sobre a arte de cantar: quem você ouvia na infância, adolescência? Quem são suas referências?
Sempre gostei de ouvir música vocal em grupo... Aí, a banda Roupa Nova sempre roubou minha atenção, pela beleza vocal e instrumental. 
 
Como foi o trabalho de conquistar espaço em meio aos muitos cantores que atuavam por aqui?
Nunca tive pretensão de ser o melhor e não sou... Só faço meu trabalho com zelo e compromisso, acredito que as oportunidades que tive, e ainda tenho, são consequência disso.
 
Como você sente a evolução da sua voz nos últimos anos? Quais cuidados você vem tomando? 
Estudar canto é um projeto para toda a vida... a cada passo e a cada descoberta, um horizonte de possibilidades se abre. E vivo em busca disso... crescer em todas as áreas que culminam em minha performance vocal, seja por meio de cursos, de aulas, do convívio com outros músicos, servindo em minha igreja, entre outros.
 
Faça o convite para o concerto!
Teremos o prazer de receber a todos, na próxima sexta, 10, às 20h na Primeira Igreja Batista, em um programa com a beleza dos clássicos da música sacra erudita e com toda a intensidade da música negra norte americana. Um momento único de apreciação musical.